Monday, November 07, 2011

horto florestal [bike #35]

dessa vez o rolê foi para o parque estadual albert loefgren, mais conhecido como horto florestal, na zona norte de são paulo. acho que foi um dos rolês mais longos em questão de distância que fizemos até agora, é isso marcos? a pedalada foi do danfer até penha, ciclovia da radial leste até tatuapé. seguindo para o belém onde escontramos outros amigos. pela rua catumbi cruzando o rio tietê para os lados da vila guilherme e fazendo a primeira parada no parque da juventude, onde era antes a penitenciária do carandiru. abastecidos, seguimos para a segunda parte do rolê pela avenida nova até o metrô tucuruvi. dali é um pulinho pegando a manuel gaya, maria amália e, finalmente, rua do horto. trecho na sua maioria plano, com leves, mas longas subidas, principalmente no final da avenida nova, nas proximidades do metrô tucuruvi. no horto florestal não pode entrar de bike, o jeito é deixá-la amarrada nos postes na entrada do parque, na parte de dentro, ou nos poucos paraciclos instalados. o horto é bem tranquilo e fica numa região bem bonita da zona norte, no pé da serra da cantareira. reserve tempo pra uma boa caminhada, uma cervejinha, piquenique e cochilo. já na volta, dá pra cortar caminho voltando pra zona leste pela fernão dias. só não espere acostamento e respeito dos carros. 

parque estadual albert loefgren - horto florestal
rua do horto, 931 - zona norte
segunda à domingo - 6h às 18h.

Friday, November 04, 2011

they're whipping, ah... they're whipping

"don't need a helmet, got a hard, hard head. don't need a raincoat i'm already wet" é um trecho da música whipping, do terceiro álbum chamado vitalogy. a música estava na minha cabeça desde quando a alexandra me convidou para assistir ao show da turnê de 20 anos do pearl jam. fãs como somos, não poderíamos deixar de ir. muitas coisas mudaram. eddie vedder já não dá mais seus famosos moshs como nas turnês do álbum ten, tampouco escala a estrutura do palco até o topo enquanto a banda viaja em longas improvisações. o show começou com release, o que pra mim foi uma péssima escolha. show tem que começar com tudo. tinha muita música que poderiam ter escolhido pra abrir e que nem chegaram a tocar entre as 26 músicas que tocaram. breakerfall, go, jeremy, brain of j. a expectativa é que essas músicas sejam tocadas hoje, na segunda noite aqui em são paulo. no entanto, continuam agradando e levantando fãs quando tocam seus principais hits. isso sem falar da performance de mike mccready na guitarra. o cara é sensacional. destaque para a imagem em preto e branco no telão e o fundo do palco na primeira parte do show. depois daqui, o pearl jam segue para o rio, curitiba e porto alegre. veja abaixo o setlist do show da primeira noite, dia 3 de novembro.

O repertório completo, com todas as músicas tocadas pelo Pearl Jam no show em São Paulo, é o seguinte: "Release", "Corduroy", "Why Go", "Animal", "World Wide Suicide", "Got Some", "Even Flow", "Unthought Known", "Whipping", "Daughter", "Olé", "Down", "Save You", "The Fixer", "Do The Evolution" e "Porch". Houve a primeira pausa, e então veio o primeiro Bis: "Elderly Woman Behind the Counter in a Small Town", "Just Breathe", "Come Back", "I Believe in Miracles" e "Alive". Mais um Bis, e... "Comatose", "Black", "Better Man", "Rearviewmirror" e "Rockin' in the Free World". 

Thursday, November 03, 2011

parque santa amélia [bike #33]

parque pequeno e bem conservado no itaim paulista, extremo leste de são paulo. morei aí perto até os 5 anos de idade e, lógico, tive que passar na frente da casa onde nasci, em mais um rolê com o chave-de-boca. dessa vez pedalamos do parque ecológico do tietê, seguindo a ciclovia, até o jardim helena. de lá voltamos um pouco até a praça do forró em são miguel paulista e pegamos o percurso inteiro da av. marechal tito até quase a divisa com itaquaquecetuba. mas se você resolver pedalar por lá, aqui fica o recado: marechal tito é terra de ninguém, com motoristas que ainda acham que lugar de bicicleta é no parque. pra mim, a surpresa do rolê foi o caminho de volta. nunca tinha atravessado o viaduto do itaim para o outro lado da linha do trem. pedalar ali foi bem mais tranquilo. boa parte do trecho foi em ruas residenciais com aquele ar alegre de periferia, com um monte de gente nas ruas. metade do grupo resolveu voltar de trem por conta do horário e da chuva que ameaçava cair. a outra metade foi no pedal mesmo. nossa referência foi a linha do trem, o que nos levou até a nitroquímica, no jardim helena. de lá é só pegar a ciclovia pra voltar ao ponto de início, no pq. ecológico do tietê, em engenheiro goulart. e chuva que ameaçou cair o rolê inteiro foi me pegar bem na porta de casa. aquelas de ensopar. delícia.

veja aqui o relato da minha amiga adriana no nosso blog.  

Wednesday, October 26, 2011

flyers toscos e pedaladas

o negócio é ser tosco de propósito. alguém dá idéia de um rolê, outro vai lá reunir as informações e fazer o flyer. tivemos um dia a idéia de fazer rolês pela zona leste de são paulo, conhecer novos caminhos, pedalar por onde só costumávamos passar de carro ou ônibus. o primeiro explore zl foi no rolê #28 quando fomos do tiquatira na penha até guaianazes. agora, já no rolê #33, escolhemos fazer um passeio do pq. ecológico tietê até o parque santa amélia no itaim paulista, extremo leste da cidade. lugar onde passei minha infância até os 5 anos. pra quem gosta de se aventurar no espaço urbano, como eu, essa parte da zona leste oferece muitas opções. é só cavucar. muita coisa interessante, grafite bom, gente buena onda e ruas pra pedalar. voltando aos flyers, olha só abaixo o flyer tosquíssimo do primeiro rolê e os nomes de todos os amigos que organizaram.

Tuesday, October 25, 2011

vila de paranapiacaba [bike #32]

pedalando por entre o que sobrou do antigo centro operacional e residência para os funcionários da companhia inglesa são paulo railway, em paranapiacaba, santo andré. essa estação foi inaugurada em 1874 como o nome de estação alto da serra e só mais tarde foi chamada de paranapiacaba, que em tupi-guarani significa "de onde se avista o mar". ótima escolha pra quem curte fazer umas trilhas de mtb. já pra quem prefere uma pedalada forte, o atrativo desse rolê é a estrada que liga a estação rio grande da serra até a vila de paranapiacaba. bem conservada. mas tem que tomar cuidado com os carros e motos que passam pela via. são cerca de 12km de estrada, com subidas e descidas que são um bom treinamento para os amantes de audax. já na cidade, vale a pena sentar pra tomar uma cerveja e papear com os amigos. tem muito o que fazer, mas tem que ir com tempo. destaque para o grande relógio fabricado pela johnny walker benson, de londres, que fica muito legal no meio da neblina, muito comum nessa região.

Friday, October 21, 2011

festival of rock posters - silkscreen


silkscreen poster feito por alexandra fischer e chris shaw para o festival of rock posters de 2011

tem muita coisa legal acontecendo por aí. pra quem é fã de rock art aconteceu dia 8 de outubro o festival of rock posters no golden gate park em são francisco. nesse mesmo local já aconteceu algumas edições da cannabis cup, além de vários festivais de rock.

por chris shaw

Thursday, October 20, 2011

music posters and chris shaw

verifico frequentemente a página da banda primus no facebook e notei que a banda faz uso de posters para a divulgação de suas apresentações. cada vez um artista diferente é convidado pra fazer um poster e geralmente ficam disponíveis pra venda durante os shows com tiragens limitadas. esse poster acima é do artista chris shaw, que já fez posters para um monte de bandas. chris shaw é bem conhecido por dominar a técnica do silkscreen e tem um portfólio bem legal nesse link.

o uso de posters pra divulgação de shows começou antes, mas foi mais representativo a partir dos anos 60. todos devem já ter visto aqueles posters psicodélicos cheio de cores e com letras bem malucas que era bem comum nessa época. nos anos 70 seu uso era quase obrigatório pra divulgação de eventos musicais e se estendeu até o hardcore e punk do início dos anos 80. com computadores e toda tecnologia esse tipo de arte sofreu um certo declínio, mas ainda há bandas, como o primus, que aposta nesse tipo de arte.

falar em primus, logo mais estão desembarcando aqui no brasil para a apresentação no swu. imperdível!

Friday, October 14, 2011

trilha da subida para a pedra grande


existem algumas trilhas que levam ao topo da pedra grande em atibaia. a clássica é a trilha da subida. é uma trilha puxada pra quem não está em bom condicionamento físico, a subida parece interminável, ainda mais sob o sol do meio dia, horário que começamos a trilha. o que mais gosto desse caminho é a dinâmica. muitas pedras, trechos escorregadios, água potável, trechos com árvores altas e outros com vegetação rasteira e seca. além da vista que é muito bonita. uma vez fiz esse caminho e na volta a chuva foi tão forte que alguns perderam celulares e até o alarme do carro não funcionava mais. em cinco horas dá pra subir, ficar cerca de uma hora lá em cima e voltar. há outros caminhos, até de carro dá pra chegar, o que já fiz com a michele em 2004. pra quem gosta de fazer trilha, essa é uma boa escolha.


outras postagens sobre a pedra grande:

Sunday, October 02, 2011

if you want the answers you better get ready for the fire - SOAD

system of a down levantou a galera e toda poeira da chácara do jockey em são paulo na primeira apresentação da banda aqui no brasil. parecia até tempestade de areia no deserto. deu vontade de seguir a banda e ver a outra apresentação que acontece essa noite no rock in rio. um dos melhores shows que já fui. com um setlist impecável a banda tocou sem parar por quase duas horas. o repertório incluiu músicas de todos os álbuns e agradou a todos. não teve nenhuma música que não foi cantada por todas as 18 mil pessoas que compareceram ao show. e pensar que quase perdi, não fosse meu amigo takashi que me convidou de última hora. com direito a furar fila sem querer e não ter que esperar por horas na entrada. a chuva que ameaçou cair minutos antes da banda entrar no palco chegou somente no final. e caiu bonita.

Tuesday, September 27, 2011

qual a finalidade da vida?

são josé do rio pardo - home sweet home
esta é a frase favorita de todo aquele que empreende a chamada "busca": qual a finalidade da vida? quem faz esta pergunta não está vivendo. deseja uma finalidade para viver em conformidade com ela. a vida, por conseguinte, não lhe basta; não tem a beleza, a profundidade que lhe são próprias; por isso, procura atribuir-lhe um objetivo por ele inventado ou dado por outro. um homem feliz precisa de "finalidade"? ele é feliz. estando intensamente ativo, vivo, precisa de alguma finalidade?

j. krishnamurti
filósofo indiano (1895 - 1986)

Saturday, September 24, 2011

é o que tem pra hoje

é o que tem pra hoje. frase dita por um amigo no quintal de um estúdio por onde ensaiamos várias vezes. a frase, bem colocada no momento, curiosamente me continua revelando várias coisas. hoje ando de bicicleta. nunca me peguei pensando porque descobri a bike tão tarde. a questão é o hoje. o que tem pra hoje. todo pensamento é limitado e costumamos fazer julgamentos e conclusões de acordo com o limite do nosso pensar. tomamos como base nossas experiências passadas e acreditamos que nossa ação no hoje determinará nosso futuro. idealizamos. e quando fazemos isso temos esperança. o hoje a serviço do amanhã. mas não foi isso que meu amigo quis dizer com aquela frase. ele estava falando do hoje real. sem idéias sobre o amanhã.
eu concordo com vários argumentos sobre os benefícios da bicicleta e ela como solução para várias questões de nossa cidade e do mundo. mas não são conclusões genuinamente minhas. não sou dado a pensar sobre essas coisas sobre o futuro. sou assim. de mim, genuinamente, só posso dizer que hoje vou de bike porque quero. 
procure pesquisar sobre os eventos que rolaram ontem, no dia mundial sem carro. foi uma festa linda! falarei mais sobre o assunto quando tiver o que dizer. 

Thursday, September 22, 2011

To Arthur

especialmente para taylor is a cat
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O que você vai fazer hoje exatamente às 17h59?
Difícil de dizer, não? Agora se você fizer essa pergunta a um Irlandês, a um estrangeiro que viva na Irlanda ou um turista visitando o país, ele provavelmente vai responder que vai fazer um brinde. Um brinde a um homem chamado Arthur e uma cerveja chamada Guinness.
Isso mesmo, nesse dia a Irlanda celebra o Arthur's Day, em homenagem ao dia em que Arthur Guinness fechou o contrato de locação de 9.000 anos (sim, 9.000 anos!) da fábrica onde produziria aquela que se tornaria uma das cervejas mais famosas de todo mundo, e a marca registrada da Irlanda. O mês era Setembro, e o ano 1759 (daí o horário estabelecido para começar a celebração - 17:59).
Hoje, mais de 250 anos depois, a fábrica continua lá e é a atração turística mais visitada de Dublin. Tudo isso porque a Guinness é consumida atualmente em mais de 150 paises, onde 10 milhões de pints (copos de pouco mais de meio litro) são vendidas diariamente.
E onde mais se comemoraria o aniversário de um cerveja a não ser num pub? Só a capital Dublin tem mais de 1000 pubs (sem contar os outros tantos espalhados pelo país) que hoje se preparam para receber diversas atrações musicais. Além disso, a cidade tem dezenas de shows programados, todos com ingressos esgotados há muitos meses. 
Olha aí em baixo o vídeo de lançamento das celebrações desse ano:

Não importa então se você vai estar num desses shows concorridos, num pub em Dublin, ou aí mesmo no Brasil. O que importa é levantar seu copo de Guinness e fazer um brinde:  "to Arthur".

Monday, September 19, 2011

no topo da cabeça do leão

apelidada de lion's head (cabeça de leão) pelos holandeses, esse é um pico obrigatório pra quem se aventura por cape town. é de fácil acesso e qualquer iniciante nas escaladas atinge o topo em pouco mais de 1 hora de caminhada. a vista lá de cima é espetacular, dá pra ver praticamente todos os principais pontos turísticos da cidade. tive a oportunidade de estar lá duas vezes, e uma delas foi com volta noturna, com lua cheia iluminando tudo. sensacional! se quer um pouco mais de sofisticação (rs), não esqueça uma garrafa de vinho sul africano pra degustar lá no topo, mas sem frescura, no gargalo mesmo.

anoitecendo 

Wednesday, September 14, 2011

numa township de cape town

now freedom must be fundamental
in johannesburg or south central

esse é um trechinho da música township rebellion do ábum rage against the machine de 92, da banda do mesmo nome. townships são áreas que foram criadas para as pessoas que eram consideradas não-brancas durante o regime do apartheid, na áfrica do sul. hoje em dia, grande parte da população de cidades como johannesburg e cape town ainda moram em townships.

ao lado leste da table mountain na cidade do cabo, tem uma imensa área plana a perder de vista, conhecida como cape flats. é nessa região que se concentra a maior parte das townships na cidade do cabo.

gosto muito dessa foto acima. ficou parecendo um desenho. é tudo muito cheio de cor, cheiro. fui acompanhado de um morador da região e mais dois amigos que fiz por lá. essa foto foi tirada de um mirante, antes de nos aventurarmos por esse labirinto de ruas e vielas.

um bilhar. fomos recebidos com cerveja artesanal quente (foi meio punk engolir) num calor beirando os 40 graus. os caras bebiam como se bebe aqui, em qualquer bar, uma gelada. estava acontecendo um churrasco também. mas eu não sei por qual motivo, deixaram a cabeça do bicho em cima da grelha. momento único!

esse menino achou que eu conhecia o ronaldo fenômeno quando eu disse que era brasileiro. ficou do meu lado quase o tempo todo. foi um pouco difícil entender o inglês dele no começo. ficava repetindo o nome do jogador em toda oportunidade. sabia o nome dos jogadores da seleção brasileira e no fim eu acabei não convencendo que eu não conhecia o ronaldo.

Tuesday, September 13, 2011

la paz

achei impressionante essa foto que o hugo tirou da cidade de la paz, na bolívia. penso nas histórias incríveis contadas por entre essas casas a perder de vista até o fim do morro. viajar é excitante!

Sunday, September 11, 2011

primus - green naugahyde [2011]

já disse aqui que me tornei um grande fã de primus depois de ouvir o baixo de les claypool no álbum solo de jerry cantrell, boggy depot. em questão de dias já tinha baixado os sete álbuns da discografia dessa banda que foi formada em 1984. agora o oitavo álbum de estúdio, green naugahyde, é aguardado por fãs do mundo inteiro nesse próximo 13 de setembro. o detalhe é a bike na capa, o que me instiga mais ainda.

track listing: 1. prelude to a crawl / 2. hennepin crawler / 3. last salmon man (fisherman's chronicles part IV) / 4. eternal consumption engine / 5. tragedy's a' comin' / 6. eyes of the squirrel / 7. jilly's on smack / 8. lee van cleef / 9. moron tv / 10. green ranger / 11. hoinfodaman / 12. extinction burst / 13. salmon men

Saturday, September 10, 2011

demolir todo o edifício

rio tietê, zona leste de são paulo
onde a memória é necessária e essencial, e onde não é? pois a memória é uma autoridade para a maioria de nós. memória é toda a experiência acumulada, do passado, da raça, da pessoa; e a reação dessa memória é pensamento. quando denominais hinduísta ou cristão, ou estais ligado a determinado movimento, tudo isso é reação da memória. assim, só o homem que compreendeu realmente toda a anatomia, toda a estrutura da autoridade, da memória, pode experimentar algo totalmente novo. por certo, se há ou não deus, isso só se pode descobrir quando a mente é de todo nova, quando ela já não está condicionada pela tradição de crença ou de descrença. assim, pois, pode-se eliminar completamente a autoridade, a memória, que gera medo e da qual procede o impulso para obedecer? como a maioria de nós está buscando a segurança, numa ou noutra forma, segurança física ou segurança psicológica - para termos segurança externamente, precisamos obedecer à estrutura da sociedade, e, para termos segurança interior, precisamos obedecer à experiência, ao conhecimento, à memória acumulada e armazenada. é possível apagar por inteiro a memória, exceto a memória mecânica da existência diária, que em nada influi, que não cria, não gera mais memória? quanto mais velhos ficamos, mais confiamos na autoridade; e, dessa maneira, todo o nosso pensar se torna estreito, limitado. para podermos operar uma mutação completa, cumpre duvidar a fundo da autoridade. esse duvidar é bem mais importante do que investigar como ficar livre da autoridade; porque, duvidando, desvendaremos a natureza da autoridade, sua significação, seu valor, sua nocividade, seu caráter venenoso. pelo duvidar, descobre-se o que é verdadeiro. é absolutamente necessário duvidar de tudo, de todas as formas de crença e todas as formas de tradição, demolir todo o edifício. do contrário, permaneceremos medíocres.

j. krishnamurti

Thursday, September 08, 2011

penha - shopping aricanduva [bike #29]

poderia muito bem ser mais um rolê explore zl. como vamos participar de um passeio que está sendo promovido pela shopping aricanduva no próximo dia 25, aproveitamos a manhã dessa quarta-feira de feriado pra buscarmos os cupons. fomos em 7, mas pegamos vários. se o leitor estiver interessado, dá um grito. uma vez tinha ido até o mesmo local via assis ribeiro sentido leste, jacú pêssego e parque do carmo (o dia em que tomei um capote ridículo no parque). dessa vez fomos via assis ribeiro sentido centro, penha, gamelinha e no final da avenida cortamos por ruas residenciais sob o comando do marcão. muito mais rápido e tranquilo. caso pinte um interesse em participar do passeio no dia 25, veja detalhes aqui ó: passeio sobre rodas.
aproveitando, domingo dia 11 tem oficina pra aprender a pedalar com as pedalinas. 

Monday, September 05, 2011

tiquatira - guaianazes [bike #28]

vou deixar o link do relato do meu amigo marcos sobre o rolê tiquatira-guaianazes. vai lá, e dê uma olhada no blog que tá ficando bem legal: chave-de-boca [rolês de bike].
eu particularmente curti bastante, mas sou meio suspeito. adoro pedalar e conhecer lugares novos. fomos da pista de skate do parque tiquatira até o mercadão municipal de guaianazes, num tiro só. mas foi bem tranquilo, qualquer iniciante consegue fazer de boa. e no mercadão eu comi goiabas. fazia tempo que não comia goiabas. e na volta tomei cervejas. mas aí já não fazia tanto tempo.

Friday, September 02, 2011

jerry cantrell - boggy depot [1998]

jerry cantrell num braço do boggy river, na cidade fantasma de boggy depot, oklahoma.
em 1998 alice in chains passava por uma pausa por causa do vocalista layne staley e seu vício em drogas. nesse momento jerry cantrell lança seu primeiro álbum solo: boggy depot. o segundo e último álbum solo veio depois da morte de layne staley, meses depois, e é todo dedicado a ele. enquanto no primeiro fica claro as influências musicais de outros gêneros, o segundo é bem mais parecido com alice in chains em seu peso e letras. em boggy depot (nome de uma cidade fantasma de oklahoma próximo da região onde o pai de jerry cantrell cresceu) é interessante notar que toda a batera foi gravada por sean kinney (baterista do aic) e três das doze faixas contou com mike inez (baixista do aic) no baixo. a surpresa fica com a participação de três outros baixistas: rex brown do pantera, les claypool do primus e john norwood fisher do fishbone. baixistas de primeira! foi através desse trabalho solo de jerry cantrell que virei um grande fã de les claypool e, consequentemente, de primus.

track listing: 1. dickeye / 2. cut you in / 3. my song / 4. settling down / 5. breaks my back / 6. jesus hands / 7. devil by his side / 8. keep the light on / 9. satisfy / 10. hurt a long time / 11. between / 12. cold piece.