fucei e fucei, mas não consegui encontrar uma foto da banda inteira da formação do primeiro álbum do suicidal tendencies. então peguei essa foto emprestada do blog suicidal maniac. de boa, quer saber tudo sobre os caras, dê uma fuçada lá. da esquerda pra direita: louiche mayorga (baixo), grant estes (guitarra), amery smith (bateria) e mike muir (vocal). esses são os responsáveis por um dos discos mais inovadores da época. o álbum, de mesmo nome da banda, foi lançado em 1983. estavam ali criando um estilo, um gênero. começou ali o skate punk. lembro que tive um aluno que andava de skate e pra minha surpresa ele não conhecia suicidal tendencies. eu gravei tudo dos caras pra ele. o moleque ficou bagunçado. não parava de ouvir. não é pra menos, tem tudo a ver. através do suicidal tendencies conheci muita coisa de skate, mesmo não andando. o suicidal é conhecido por revelar vários músicos fudidos. quem ouve, sabe. a guitarra de grant estes agradava tanto os fãs de metal como os de hardcore. quando conheci a banda, no início dos anos 90, a formação já tinha mudado algumas vezes. mas eu cresci ouvindo esses caras, mesmo não sendo minha banda preferida. e hoje em dia escuto e prefiro infectious grooves. mas isso não diminui em nada o quanto será demais ver suicidal tendencies ali na avenida são joão, na virada cultural 2012. tô no aquecimento!
Showing posts with label festivais. Show all posts
Showing posts with label festivais. Show all posts
Tuesday, April 17, 2012
Wednesday, April 11, 2012
pull my strings and the disruption of music awards show
mais uma daquelas histórias do rock. no dia 25 de março de 1980, ano do lançamento do primeiro álbum fresh fruit for rotting vegetables, os dead kennedys foram convidados pra tocar no bay area music awards, organizado por grandes gravadoras da época. eles tocariam somente uma música, o hit california uber alles, mas numa atitude subversiva e até perversa, jello biafra, logo nos primeiros acordes diz: hold it! we've gotta prove that we're adults now. we're not a punk rock band, we're a new wave band. nesse momento puxam suas gravatas, que estavam viradas pra trás, pra formar o símbolo do dólar sobre a letra s pintada em suas camisas (conforme mostrado na foto acima). começam assim a tocar a música pull my strings, que só foi sair na compilação give me convenience or give me death, de 87. nem é necessário dizer que nunca mais foram convidados pra tocar nesse festival. o vídeo ao vivo dessa música e a letra estão logo abaixo. divirta-se.
pull my strings - lyrics
I'm tired of self respect
I can't afford a car
I wanna be a prefab superstar
I wanna be a tool
Don't need no soul
Wanna make big money
Playing rock and roll
I'll make my music boring
I'll play my music slow
I ain't no artist, I'm a business man
No ideas of my own
I won't offend
Or rock the boat
Just sex and drugs
And rock and roll
Drool, drool, drool, drool, drool, drool
My Payola!
Drool, drool, drool, drool, drool, drool
My Payola!
You'll pay ten bucks to see me
On a fifteen foot high stage
Fatass bouncers kick the shit
Out of kids who try to dance
If my friends say
I've lost my guts
I'll laugh and say
That's rock and roll
But there's just one problem
[Chorus]
Is my cock big enough
Is my brain small enough
For you to make me a star
Give me a toot, I'll sell you my soul
Pull my strings and I'll go far
And when I'm rich
And meet Bob Hope
We'll shoot some golf
And shoot some dope
Is my cock big enough?
Is my brain small enough?
[Repeat chorus, etc. etc.]
Friday, December 09, 2011
baú: lollapalooza '93
mais uma do baú. uma revista bizz da época que a moeda ainda era CR$. essa edição fala sobre o lollapalooza de 93, quando o lolla ainda era um travelling festival por terras norte-americanas. na época dois palcos - main stage e side stage. no segundo, várias bandas desconhecidas (pelo menos pra mim) que nem vou citar. o tool (umas das minhas bandas favoritas) foi uma delas. já no main stage o lineup foi o seguinte e nessa ordem: rage against the machine, babes in toyland, front 242, arrested development, fishbone, dinosaur jr., alice in chains e primus. a matéria é longa e o moço da revista que foi até chicago conferir o festival traçou várias comparações com o do ano anterior, o de 92. também ensaiou uma resposta à pergunta "o big business devorou o submundo, ou o underground que virou um grande negócio?", mas não conseguiu responder. enfim, vou reproduzir aqui um trecho que ele comenta sobre as bandas e suas performances e você fica com um pouco de história desse festival que começou em 91.
Por André Barcinski.
o primeiro a subir no palco foi rage against the machine. São quatro caras de los angeles, metidos a ativistas políticos. nada contra, é de se admirar pessoas que levam política a sério. o problema é quando tentam dar lição de moral, como se todas as pessoas que não estão nem aí para o problema dos desdentados do sudão fossem uns idiotas. se o ratm se limitasse a detonar sua ótima mistura de heavy, industrialismo e rap, teria sido uma experiência memorável. mas não, a banda tem que mostrar a que veio, afinal na platéia estão os lindberghs farias da vida. "vamos nos unir e acabar com a miséria! vamos tirar nossas tropas da somália!", gritava o vocalista zach de la rocha, para uma platéia que achava que somália era uma doença contagiosa.
o primeiro a subir no palco foi rage against the machine. São quatro caras de los angeles, metidos a ativistas políticos. nada contra, é de se admirar pessoas que levam política a sério. o problema é quando tentam dar lição de moral, como se todas as pessoas que não estão nem aí para o problema dos desdentados do sudão fossem uns idiotas. se o ratm se limitasse a detonar sua ótima mistura de heavy, industrialismo e rap, teria sido uma experiência memorável. mas não, a banda tem que mostrar a que veio, afinal na platéia estão os lindberghs farias da vida. "vamos nos unir e acabar com a miséria! vamos tirar nossas tropas da somália!", gritava o vocalista zach de la rocha, para uma platéia que achava que somália era uma doença contagiosa.
como esperado, o panfletarismo deu certo e a galera delirou. como o nine inch nails e henry rollins, em 91, e o ministry, no ano passado, o rage against the machine foi o campeão do ano.
mas só para o resto do público. se eu tivesse que votar, seria babes in toyland na cabeça. o trio de meninas sofreu com o tamanho babilônico do palco, mas deu o recado com raiva. nota oito.
depois foi a vez da palhaçada do século, o front 242. até que eu respeitava os caras. nunca deu para curtir muito o som, mas o visual parecia cool, bem típico de cidades industrializadas da europa. mas deu uma louca nas figuras e eles subiram ao palco parecendo o village people, com uns shortinhos de chacrete enfiados no okotô e presença de palco aeróbica. me lembrou o verão vivo do luciano do valle, com um monte de musculosos dançando no palco e milhares de seres estupefatos em volta. pelo menos foi engraçado.
a banda seguinte, arrested development, agradou. o vocalista speech, entre um e outro discurso sobre união das raças e amor entre irmãos, soltou os hits tennessee e people everyday e a galera deixou cair. o bole-bole, o telecoteco e o balacobaco tomaram conta do lugar.
a alegria contagiante do show do arrested não se repetiu durante a apresentação do fishbone. apesar de sua música suingada, ideal para levantar a massa, o som embolado atrapalhou, e ninguém se ligou muito. o grupo bem que tentou incentivar, dando uns stage-dives acrobáticos, mas não adiantou.
agora, chato mesmo foi o dinosaur jr. a banda tem uma presença de palco digna do garoto da bolha de plástico e não fala um oi para a platéia. em um lugar menor tudo bem, mas no lollapalooza foi um desastre.
o alice in chains foi o oposto do dinosaur jr.: os caras estão acostumados a tocar em estádios e sabem comandar a massa. tocaram com competência e deixaram os metaleiros em êxtase.
o final foi um cubo de gelo: o primus, inexplicavelmente escalado para fechar o festival (dizem que o alice in chains é que deveria fechar, mas não quis), fez um show que foi uma exibição inútil de virtuosismo. tudo bem, o baixista les claypool é realmente o rei da cocada preta, toca um instrumento de 45 cordas com a velocidade do speed racer, é uma brasa. mas lugar de fenômeno é no "acredite se quiser". no palco, eles tem que ser energéticos, tocar com vontade, sacudir o povão. e não fizeram nada disso. ainda tiveram a petulância de tocar um cover do ministry, "thieves", que deixou o baixista paul barker (por coincidência minha carona de volta à cidade) revoltado. ele ficou tão possesso que quis sair antes do bis. acho que não perdemos muito.
zzzzzz.
Tuesday, November 15, 2011
"shit lives forever" - faith no more
endiabrado! insano! eu ainda estou perplexo com o show do faith no more encerrando o swu de 2011. transcrevi aqui o discurso de abertura do show feito pelo poeta pernambucano cacau gomes.
meu nome é cacau gomes. sou poeta, agitador cultural e traficante de livros. modéstia a parte, venho lá de pernambuco. cunhado não é parente. apurado não é lucro. nem tudo que ronca é porra de rock! nem todo doido é maluco! porra, caraio! porra, caraio! quando eu nasci, um anjo doido me disse: "viverás no lugar errado pra fazer a coisa certa". cansado de reclamar, porra, caraio, juntei livros durante quinze anos e fiz uma biblioteca. hoje nós temos um acervo de vinte mil livros. é livro pra caraio! atividades com música, poesia, literatura, artesanato e outros nichos. apesar de tudo isso, fecharam nossa biblioteca. mas eles não sabem que o artista é feito com a mesma matéria prima do rabo da lagartixa. quando eu voltar pra recife, vou reabrir a biblioteca. a arte e a cultura não podem morrer. puta que pariu! o trabalho social é um esporte coletivo. esqueçam de reclamar. o governo não se importa conosco. puta que pariu! cada livro é uma carta de alforria. começa com você! e agora, porra, caraio, faith no more!
"shit lives forever" é um trecho da música cuckoo for caca. praticamente um momento histórico pra música em terras brasileiras.
setlist: 1. delilah / woodpecker from mars 2. from out of nowhere 3. last cup of sorrow 4. caffeine 5. evidence (portuguese version) 6. midlife crisis 7. cuckoo for caca 8. easy 9. surprise! you're dead! 10. ashes to ashes 11. the gentle art of making enemies 12. king for a day 13. epic 14. just a man (com o coral de heliópolis)
encore: 15. unknown 16. digging the grave 17. this guy's in love with you.
Tuesday, November 08, 2011
scott and duff
![]() |
| velvet revolver |
depois que scott weiland deixou a banda em 2008 pra voltar pro stone temple pilots, o velvet revolver está numa pausa procurando um novo vocalista. enquanto isso duff mckagan vai tocando com sua banda loaded. pra quem não sabe, duff foi baixista da formação clássica do guns n' roses. além de scott e duff, o velvet revolver tinha as guitarras do legendário slash, também um ex-guns n' roses.
stone temple pilots é uma banda de san diego, na califórnia, ativa entre 1986 e 2003 quando acabou devido a conflito entre seus membros. durante esse tempo lançaram seis álbuns, sendo o meu preferido o purple, de 1994. depois da saída de scott do velvet revolver e a sua volta para o stone temple pilots, lançaram mais um álbum em 2010. a formação da banda é a mesma de sempre: scott weiland nos vocais, eric kretz na bateria e os irmãos dean e robert na guitarra e baixo, respectivamente.
duff mckagan e scott weiland tocarão com suas bandas no swu, em paulínia, no próximo dia 14.
outras postagens:
[Stone Temple Pilots - Purple - 1994] ... the color of bruises
SWU - they say jump, you say how high
Stone Temple Pilots
Monday, November 07, 2011
esquenta pro swu
onze bandas no lineup, isso somente no dia 14 e no palco principal. uma jornada. haja pique! mas vamos lá, pouquíssimas vezes fiquei empolgado com um festival. ver down, primus, stone temple pilots e alice in chains e de quebra ainda assistir raimundos, sonic youth, megadeth e faith no more?! vamos admitir, não acontece com frequência. não conheço nada, ou conheço pouco, das outras três bandas que completam o lineup: duff mckagan's loaded, black rebel motorcycle club e 311. nos últimos anos tenho escutado essas bandas com bastante frequência. o trio alice in chains, megadeth e faith no more eu conheço desde quando comecei a curtir rock, no início dos anos 90 e com exceção de alice in chains (não fui naquele hollywood rock e perdi a oportunidade de ver layne staley ao vivo) as outras duas já vi nos palcos. stone temple pilots talvez seja minha maior empolgação. fui daqueles fãs que conheceu a banda por causa das comparações com pearl jam que rolavam na época. cheguei até a adquirir alguns álbuns, mas virei fã mesmo alguns anos atrás quando ouvi o purple com mais calma. e é justamente duas músicas desse álbum que quero ouvir ao vivo no swu: vasoline e unglue. primus é outra banda que conhecia somente os greatest hits e fui baixar discografia completa e ouvir tudo, e curtir muito, de uns três anos pra cá. down é a surpresa do festival pra mim. nunca achei que fosse ver phil anselmo ao vivo novamente, depois que o pantera acabou. e orfão de pantera, comecei a ouvir down com mais frequência e, surpresa, vou ver ao vivo também. no dia 13 eu vou no show do kyuss aqui em sampa. seria perfeito se pudesse encaixar o kyuss nesse festival e pra ficar lindo, o tool! o lineup perfeito seria esse: kyuss, tool, down, primus, megadeth, stone temple pilots, alice in chains e faith no more. ah vá, vamos colocar mais duas aí já que é pra brincar: pearl jam e soundgarden. pronto! dá até pra acabar esse post. fique aqui com a looking in view, do mais recente álbum do alice in chains: black gives way to blue.
Friday, November 04, 2011
they're whipping, ah... they're whipping
"don't need a helmet, got a hard, hard head. don't need a raincoat i'm already wet" é um trecho da música whipping, do terceiro álbum chamado vitalogy. a música estava na minha cabeça desde quando a alexandra me convidou para assistir ao show da turnê de 20 anos do pearl jam. fãs como somos, não poderíamos deixar de ir. muitas coisas mudaram. eddie vedder já não dá mais seus famosos moshs como nas turnês do álbum ten, tampouco escala a estrutura do palco até o topo enquanto a banda viaja em longas improvisações. o show começou com release, o que pra mim foi uma péssima escolha. show tem que começar com tudo. tinha muita música que poderiam ter escolhido pra abrir e que nem chegaram a tocar entre as 26 músicas que tocaram. breakerfall, go, jeremy, brain of j. a expectativa é que essas músicas sejam tocadas hoje, na segunda noite aqui em são paulo. no entanto, continuam agradando e levantando fãs quando tocam seus principais hits. isso sem falar da performance de mike mccready na guitarra. o cara é sensacional. destaque para a imagem em preto e branco no telão e o fundo do palco na primeira parte do show. depois daqui, o pearl jam segue para o rio, curitiba e porto alegre. veja abaixo o setlist do show da primeira noite, dia 3 de novembro.
O repertório completo, com todas as músicas tocadas pelo Pearl Jam no show em São Paulo, é o seguinte: "Release", "Corduroy", "Why Go", "Animal", "World Wide Suicide", "Got Some", "Even Flow", "Unthought Known", "Whipping", "Daughter", "Olé", "Down", "Save You", "The Fixer", "Do The Evolution" e "Porch". Houve a primeira pausa, e então veio o primeiro Bis: "Elderly Woman Behind the Counter in a Small Town", "Just Breathe", "Come Back", "I Believe in Miracles" e "Alive". Mais um Bis, e... "Comatose", "Black", "Better Man", "Rearviewmirror" e "Rockin' in the Free World".
Friday, October 21, 2011
festival of rock posters - silkscreen
![]() |
| silkscreen poster feito por alexandra fischer e chris shaw para o festival of rock posters de 2011 |
tem muita coisa legal acontecendo por aí. pra quem é fã de rock art aconteceu dia 8 de outubro o festival of rock posters no golden gate park em são francisco. nesse mesmo local já aconteceu algumas edições da cannabis cup, além de vários festivais de rock.
![]() |
| por chris shaw |
Sunday, October 02, 2011
if you want the answers you better get ready for the fire - SOAD
system of a down levantou a galera e toda poeira da chácara do jockey em são paulo na primeira apresentação da banda aqui no brasil. parecia até tempestade de areia no deserto. deu vontade de seguir a banda e ver a outra apresentação que acontece essa noite no rock in rio. um dos melhores shows que já fui. com um setlist impecável a banda tocou sem parar por quase duas horas. o repertório incluiu músicas de todos os álbuns e agradou a todos. não teve nenhuma música que não foi cantada por todas as 18 mil pessoas que compareceram ao show. e pensar que quase perdi, não fosse meu amigo takashi que me convidou de última hora. com direito a furar fila sem querer e não ter que esperar por horas na entrada. a chuva que ameaçou cair minutos antes da banda entrar no palco chegou somente no final. e caiu bonita.
Thursday, September 22, 2011
To Arthur
por nivea sorensen
especialmente para taylor is a cat
___________________________________________
O que você vai fazer hoje exatamente às 17h59?
Difícil de dizer, não? Agora se você fizer essa pergunta a um Irlandês, a um estrangeiro que viva na Irlanda ou um turista visitando o país, ele provavelmente vai responder que vai fazer um brinde. Um brinde a um homem chamado Arthur e uma cerveja chamada Guinness.
Isso mesmo, nesse dia a Irlanda celebra o Arthur's Day, em homenagem ao dia em que Arthur Guinness fechou o contrato de locação de 9.000 anos (sim, 9.000 anos!) da fábrica onde produziria aquela que se tornaria uma das cervejas mais famosas de todo mundo, e a marca registrada da Irlanda. O mês era Setembro, e o ano 1759 (daí o horário estabelecido para começar a celebração - 17:59).
Hoje, mais de 250 anos depois, a fábrica continua lá e é a atração turística mais visitada de Dublin. Tudo isso porque a Guinness é consumida atualmente em mais de 150 paises, onde 10 milhões de pints (copos de pouco mais de meio litro) são vendidas diariamente.
E onde mais se comemoraria o aniversário de um cerveja a não ser num pub? Só a capital Dublin tem mais de 1000 pubs (sem contar os outros tantos espalhados pelo país) que hoje se preparam para receber diversas atrações musicais. Além disso, a cidade tem dezenas de shows programados, todos com ingressos esgotados há muitos meses.
Olha aí em baixo o vídeo de lançamento das celebrações desse ano:
Não importa então se você vai estar num desses shows concorridos, num pub em Dublin, ou aí mesmo no Brasil. O que importa é levantar seu copo de Guinness e fazer um brinde: "to Arthur".
Friday, July 01, 2011
vedder's stage dives [early snapshot #3]
8 de junho de 1992. durante a música porch no pinkpop festival na holanda, eddie vedder sobe no mastro e mergulha na galera. eu tinha esse show na íntegra numa fita k7 que nem sei onde foi parar. vedder colecionou stage dives, já vi uns íncríveis. mas esse é clássico.
Tuesday, April 19, 2011
virada cultural 2011 [revisited]
there was nothing i was dying to see. lots of interesting attractions, but nothing really worth seeing. well, that's just me saying. yet, there i was again. and like all the other times i was there i had the same feeling: well, how nice to be here! i could´ve planned what i was going to see but this time i decided to just walk around and see what was gonna happen. the home base was leo's place, just like last year. it's nice to be there, to see good friends you usually meet up once or twice a year. sad in a way, but that's what it is. looking over the window one could catch a glimpse of what was happening on palco são joão, one of the many stages all over downtown. it felt good to be there, to see the many bands playing afro and latin rhythms, and the reggae people with their movements, their dancing and their style, and to be with people you like. skatalites was the one i enjoyed most. really nice vibe if i'm to say.
after some hours sleep and a nice wash up, on the streets of a sunny and hot sunday morning i was. this time by myself. i headed towards vale do anhangabaú just on time to see beatles 4ever starting to play the white album vol.1. thumbs up! the birds flying low over the stage to the sound of dear prudence and while my guitar gently weeps. special moment! and also as gently came the afternoon. the band playing the abbey road album and it's really hard not to say that this is one of the best albums of all times. big thumbs up for something and the best one: i want you (she's so heavy). fantastic!
Monday, December 20, 2010
TOOL - Sober Live at Reading Festival 1993
Se eu fizesse um Top 5 Live Performance com certeza Tool tocando Sober no Reading Festival de 1993 estaria nessa lista.
Veja também:
I can't say what I want to, even if I'm not serious... [song Hush by Tool]
Religion is the opium of the masses ... [Tool - Opiate - 1992]
Monday, November 01, 2010
Alien Safari
In the summer of 2006 I went on a student exchange program to Cape Town, South Africa. Definitely the height of this trip was this 4-day open air festival (Saturday 30 December 2006 to Tuesday 02 January 2007). The invitation came from my Russian roommate, Tim, who had been invited by his friend Yuri, also from Russia. Together with Domi, a 16-year-old girl from Czech Republic, the four of us hit the road into the woods of Franschhoek, a small village about 75km from Cape Town.
The V3 Motorola cell phone camera is crap but I managed to take this nice picture of Yuri, Domi and Tim enjoying the breathtaking landscape of the R321 Villiersdorp / Franschhoek road.
I believe that's the Theewaterskloof Dam.
Posing for picture after putting up the tent.
Shaded and watered dance floor, ambient zone, camping, swimming, food-stalls, medical facilities, craft and clothing market, showers, mexican mushrooms, acid and pot.
Sunday, October 24, 2010
Virada Cultural 2010 [revisited]
The Temptations e Double You de madrugada, Pitty de manhã cedinho, Raimundos com Tico Santa Cruz no vocal e CPM22 tocando só Ramones. Foi isso que vi na Virada Cultural 2010. A programação foi bem variada incluindo bandas do naipe do Living Colour, que acabei não assistindo. De graça e melhor do que o SWU.
Fotos tiradas do camarote do Leo.
Tuesday, October 12, 2010
SWU - they say jump, you say how high
Perdi o show do Infectious Grooves. Cheguei ao SWU no final do show do Mutantes. Aí veio Los Hermanos. Som estava uma bosta! Bora procurar outro lugar... sem sucesso. Decidi tirar umas fotos pelo festival, conhecer os outros palcos e tal. Latinha de Heineken 6 reais. Muito frio! Voltei para o palco principal para arranjar um bom lugar pra ver o Rage Against The Machine. Na procura fui ouvindo o The Mars Volta. Nunca tinha ouvido nada, acabei curtindo. Por volta das 22h20 Zack, Tom, Tim e Brad entram no palco abrindo o show com Testify. Logo em seguida já mandam Bombtrack e daí pra frente um setlist maravilhoso. Só não foi perfeito porque o som foi o pior de todos os shows que já fui em minha vida. Acredite, não ouvi o final da Township Rebellion porque simplesmente o som parou. Isso mesmo. Os caras continuaram tocando e simplesmente não se ouvia mais nada. Algumas confusões, tumulto. As vozes gritando SWU, vai tomar no cu... e coisas do tipo. Também não foi perfeito porque esse lance de voltar do bis ao som do Hino Internacional do Partido Comunista foi totalmente fora de contexto. Outra coisa é esse lance de pista vip, não combinou com um festival que veio cheio de propostas diferentes. Pista vip é uma merda!
Setlist - Rage Against The Machine
1. Testify / 2. Bombtrack / 3. People of the sun / 4. Know your enemy / 5. Bulls on parade / 6. Township Rebellion / 7. Bullet in the head / 8. Calm like a bomb / 9. Guerrilla Radio / 10. Sleep now in the fire / 11. Wake up / 12. Freedom / 13. Killing in the name
Subscribe to:
Comments (Atom)
























