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Tuesday, March 26, 2013

kyuss - blues for the red sun [1992]

Segundo álbum do Kyuss, 14 faixas. Com pouco de sucesso comercial, mas tido como ícone do stoner metal e influência pra várias bandas. Gosto de ouvi-lo inteiro, mas destaco as seguintes faixas:

3. Green Machine - Talvez a mais conhecida. Tem um solo de baixo de Nick Oliveri. No clipe quem aparece tocando é Scott Reeder, que entrou depois da saída de Oliveri e gravou os dois próximos, e últimos, álbuns do Kyuss. 

8. Freedom Run - Música de Josh Homme. Letra de Brant Bjork e Josh Homme. A parceria entre os dois é algo marcante no álbum, mas Josh é quem assina a maioria das composições.

12, Allen's Wrench - Uma das minhas favoritas. Quando cheguei ao show da banda no Carioca Club, em São Paulo, estava tocando essa música. Praticamente final do show. 

Nick Oliveri - baixista - só compôs a faixa 13, Mondo Generator. 
John Garcia - vocalista - provavelmente não compôs nada. A maioria das letras é de Josh e Brant - guitarra e bateria.

Monday, November 19, 2012

brendan o' brien. a legend!

o cara ao lado é brendan o' brien. hoje com 52 anos e já pode ser considerado uma lenda. além de músico, é produtor, engenheiro de som e mixou vários álbuns de bandas dos anos 90. é personagem de mais uma daquelas histórias que fulano sai de sua cidade natal e vai tentar a vida em los angeles. tem um currículo extenso. trabalhou com várias bandas, muitas mesmo. mas vou selecionar algumas. sente só. 
1991 - blood sugar sex magik (red hot chili peppers)
foi engenheiro de som, mixou e ainda tocou mellotron e marimba em algumas faixas. a banda ganhou o mundo com esse álbum e se projetou como um dos maiores sucessos dos anos 90. conheci chili peppers com a música give it away, através da trilha sonora internacional da novela perigosas peruas, que passou na globo em 92.
1992 - core (stone temple pilots)
foi produtor. na minha opinião, a banda melhorou muito depois desse álbum. mas é inegável que é bem produzido. plush ainda é a música mais conhecida da banda, e está nessa pérola dos anos 90. 
1993 - get a grip (aerosmith)
o décimo primeiro álbum da banda (!). álbum recheado com várias músicas cujos video clips bombaram na mtv na década de 90. um clássico! brendan mixou esse sucesso comercial. 
1993 - vs. (pearl jam)
e olha aqui o brendan produzindo e mixando novamente um grande álbum. meus caros, é pearl jam. é lindo! do começo ao fim. 
1994 - superunknown (soundgarden)
depois de badmotorfinger eu me pergunto: como os caras lançam um álbum desse porte? é incrível! difícil dizer qual o meu preferido. aqui quem mixou foi brendan o' brien.
1994 - purple (stone temple pilots)
brendan foi engenheiro de som, produziu e mixou. você conhece esse álbum? um dos melhores produzidos nos anos 90. sério! eu já escrevi sobre ele aqui. [link] pode clicar que abre em outra janela. 
1994 - vitalogy (pearl jam)
mais um onde brendan foi tudo: engenheiro de som, produtor, fez a mixagem e ainda tocou órgão na better man. é, pois é. aqui o pearl jam começou a trilhar um caminho que levou a banda a se consagrar como uma grande lenda da música, e não só dos anos 90. ainda ativos. minha banda favorita!


você acha que acabou? ainda tem muito mais. eu fico com a preguiça e você com as imagens. dê uma olhada. brendan tocou, virou ouro.

isso porque selecionei. porque tem muito, muito mais!

Monday, September 17, 2012

soundgarden

kim thayil, matt cameron, chris cornell e ben sheperd. de 1984 essa banda. olha aí, se não conhece os álbuns antes do clássico badmotorfinger, não sabe o que está perdendo. avisei, hein?

discografia:
1988 - ultramega ok
1989 - louder than love
1991 - badmotorfinger
1994 - superunknown
1996 - down on the upside

e dizem as más línguas que em novembro de 2012 vão lançar o sexto álbum: king animals. ansioso! 

Wednesday, April 18, 2012

suicidal tendencies - discografia


1983 - suicidal tendencies
1987 - join the army
1988 - how will i laugh tomorrow if i can't even smile today
1990 - lights... camera... revolution!
1992 - the art of rebellion
1994 - suicidal for life
1999 - freedumb
2000 - free your soul and save my mind

além desses álbuns de estúdio, tem várias compilações com músicas inéditas e regravações de músicas.

Tuesday, April 17, 2012

suicidal tendencies na virada cultural 2012

fucei e fucei, mas não consegui encontrar uma foto da banda inteira da formação do primeiro álbum do suicidal tendencies. então peguei essa foto emprestada do blog suicidal maniac. de boa, quer saber tudo sobre os caras, dê uma fuçada lá. da esquerda pra direita: louiche mayorga (baixo), grant estes (guitarra), amery smith (bateria) e mike muir (vocal). esses são os responsáveis por um dos discos mais inovadores da época. o álbum, de mesmo nome da banda, foi lançado em 1983. estavam ali criando um estilo, um gênero. começou ali o skate punk. lembro que tive um aluno que andava de skate e pra minha surpresa ele não conhecia suicidal tendencies. eu gravei tudo dos caras pra ele. o moleque ficou bagunçado. não parava de ouvir. não é pra menos, tem tudo a ver. através do suicidal tendencies conheci muita coisa de skate, mesmo não andando. o suicidal é conhecido por revelar vários músicos fudidos. quem ouve, sabe. a guitarra de grant estes agradava tanto os fãs de metal como os de hardcore. quando conheci a banda, no início dos anos 90, a formação já tinha mudado algumas vezes. mas eu cresci ouvindo esses caras, mesmo não sendo minha banda preferida. e hoje em dia escuto e prefiro infectious grooves. mas isso não diminui em nada o quanto será demais ver suicidal tendencies ali na avenida são joão, na virada cultural 2012. tô no aquecimento!

Wednesday, March 14, 2012

why did you do that to me!?

omfg! era só falar tchau, até a próxima. mas a monica veio com essa: você tá sabendo que vai ter show do jello biafra? inferno! depois de ter ouvido os dois álbuns de sua atual banda: jello biafra and the guantanamo school of medicine, assim, exaustivamente, não posso esperar pra começar a ouvir esses três álbuns de uma de suas várias outras bandas: lard. já estão todos baixados. sempre dou aquela aloprada básica nos meus alunos que dizem não conseguir dormir na véspera de uma excursão de escola ou coisa do tipo. sim, estou me sentindo exatamente assim. 

lard - the power of lard (1989)
lard - the last temptation of reid (1990)
lard - pure chewing satisfaction (1997)

Sunday, January 29, 2012

burnt out surfin' and skatin' motherfuckers

pra quem curte um bom rock californiano do final dos anos 80 e se liga nessas paradas de grafite e skate. se você gosta do gênero thrash punk metal, vai pirar nesses caras. excel foi formado em 83 e tinha na guitarra o maluco adam siegel que em 90 gravou o primeiro álbum do infectious grooves: the plague that makes your booty move... it's infectious grooves. viva a internet!
lindo grafite no mais clássico wild style.

Friday, December 16, 2011

waiting like a stalking viper... [tool - undertow - 1993]

undertow é o primeiro álbum de estúdio do tool. lançado em '93 quando o grunge estava no seu clímax, esse álbum veio mostrar que o metal estava bem vivo e pode ser inteligente, intenso e poético. tool foi a descoberta dos últimos anos pra mim. esse álbum, por exemplo, só fui ouvir pela primeira vez em '07. onde ele estava esse tempo todo? o quarteto californiano conta com o polêmico maynard james keenan nos vocais, adam jones na guitarra, paul d'amour (substituído por justin chancellor) no baixo e o talentoso e agora cinquentão danny carey na bateria. poucos sabem, mas esse álbum foi muito influente pro rock californiano do início dos anos 90. quando lançado, abriu a porta pra muitas outras bandas e mostrou que a coisa não era só o grunge de seattle. pode ser considerado um dos álbuns mais polêmicos do tool. são 10 faixas de arranjos complexos, letras sedutoras, conteúdo provocativo. coisa de gente doida mesmo. arte!
o conteúdo do encarte fez com o álbum fosse removido de lojas como kmart e wal-mart. a banda reagiu lançando um outra versão mostrando um grande código de barra.
em algumas versões do álbum, quando a capinha preta que segura o cd é removida, tem uma imagem de uma vaca lambendo o que parece ser sua região genital. é óbvio que esse tipo de coisa seria censurada na cultura americana conservadora. em alguns outros países onde o álbum foi lançado a imagem aparece sem problemas na parte transparente de trás da capinha do cd. a imagem do porco acima também é mostrada em algumas versões. o porco, chamado moe, é do guitarrista adam jones, que é o responsável pela arte do cd. clique na imagem para ver melhor.

undertow track listing:
1. intolerance 
2. prison sex
3. sober
4. bottom (com participação de henry rollins)
5. crawl away
6. swamp song
7. undertow
8. 4º 
9. flood
10. disgustipated


outras postagens sobre o tool é só procurar pelo tag tool ao lado.

Tuesday, December 13, 2011

baú: cobain em cana

estou tirando várias coisas do baú. achei essa reportagem também, da mesma revista bizz de 93. aí vai.

Kurt Cobain pegou algumas horas de cana por dar uns tabefes em sua adorável (#not) esposa, Courtney Love. A barra dele ainda ficou mais suja porque a polícia de Seattle encontrou três armas e uma grande quantidade de munição em sua casa. Courtney defendeu o marido, dizendo que as marcas em seu braço e pescoço teriam sido provocados pelas cordas de sua guitarra. "Kurt e eu raramente brigamos. Ninguém poderia encontrar melhor marido. Ele é um verdadeiro feminista", declarou para a NME, dando um exemplo do modo com o qual as mulheres devem se portar nessa situação. Enquanto isso continua o bafafá sobre o novo disco do grupo. O produtor e rei do mau-humor Steve Albini diz que "a Geffen e os empresários da banda odiaram o disco, não acredito que ele venha a ser lançado." Cobain negou a boataria em carta à Newsweek, dizendo "temos controle total sobre nossa música". A Geffen confirma o lançamento do já polêmico álbum para o dia 18 de setembro. Deve se chamar In Utero.

aproveita que você chegou até aqui e leia:


I'm very ape and very nice... [Nirvana - In Utero - 1993]

Friday, December 09, 2011

baú: lollapalooza '93

mais uma do baú. uma revista bizz da época que a moeda ainda era CR$. essa edição fala sobre o lollapalooza de 93, quando o lolla ainda era um travelling festival por terras norte-americanas. na época dois palcos - main stage e side stage. no segundo, várias bandas desconhecidas (pelo menos pra mim) que nem vou citar. o tool (umas das minhas bandas favoritas) foi uma delas. já no main stage o lineup foi o seguinte e nessa ordem: rage against the machine, babes in toyland, front 242, arrested development, fishbone, dinosaur jr., alice in chains e primus. a matéria é longa e o moço da revista que foi até chicago conferir o festival traçou várias comparações com o do ano anterior, o de 92. também ensaiou uma resposta à pergunta "o big business devorou o submundo, ou o underground que virou um grande negócio?", mas não conseguiu responder. enfim, vou reproduzir aqui um trecho que ele comenta sobre as bandas e suas performances e você fica com um pouco de história desse festival que começou em 91.

Por André Barcinski.

o primeiro a subir no palco foi rage against the machine. São quatro caras de los angeles, metidos a ativistas políticos. nada contra, é de se admirar pessoas que levam política a sério. o problema é quando tentam dar lição de moral, como se todas as pessoas que não estão nem aí para o problema dos desdentados do sudão fossem uns idiotas. se o ratm se limitasse a detonar sua ótima mistura de heavy, industrialismo e rap, teria sido uma experiência memorável. mas não, a banda tem que mostrar a que veio, afinal na platéia estão os lindberghs farias da vida. "vamos nos unir e acabar com a miséria! vamos tirar nossas tropas da somália!", gritava o vocalista zach de la rocha, para uma platéia que achava que somália era uma doença contagiosa. 
como esperado, o panfletarismo deu certo e a galera delirou. como o nine inch nails e henry rollins, em 91, e o ministry, no ano passado, o rage against the machine foi o campeão do ano.
mas só para o resto do público. se eu tivesse que votar, seria babes in toyland na cabeça. o trio de meninas sofreu com o tamanho babilônico do palco, mas deu o recado com raiva. nota oito.
depois foi a vez da palhaçada do século, o front 242. até que eu respeitava os caras. nunca deu para curtir muito o som, mas o visual parecia cool, bem típico de cidades industrializadas da europa. mas deu uma louca nas figuras e eles subiram ao palco parecendo o village people, com uns shortinhos de chacrete enfiados no okotô e presença de palco aeróbica. me lembrou o verão vivo do luciano do valle, com um monte de musculosos dançando no palco e milhares de seres estupefatos em volta. pelo menos foi engraçado.
a banda seguinte, arrested development, agradou. o vocalista speech, entre um e outro discurso sobre união das raças e amor entre irmãos, soltou os hits tennessee e people everyday e a galera deixou cair. o bole-bole, o telecoteco e o balacobaco tomaram conta do lugar.
a alegria contagiante do show do arrested não se repetiu durante a apresentação do fishbone. apesar de sua música suingada, ideal para levantar a massa, o som embolado atrapalhou, e ninguém se ligou muito. o grupo bem que tentou incentivar, dando uns stage-dives acrobáticos, mas não adiantou.
agora, chato mesmo foi o dinosaur jr. a banda tem uma presença de palco digna do garoto da bolha de plástico e não fala um oi para a platéia. em um lugar menor tudo bem, mas no lollapalooza foi um desastre.
o alice in chains foi o oposto do dinosaur jr.: os caras estão acostumados a tocar em estádios e sabem comandar a massa. tocaram com competência e deixaram os metaleiros em êxtase. 
o final foi um cubo de gelo: o primus, inexplicavelmente escalado para fechar o festival (dizem que o alice in chains é que deveria fechar, mas não quis), fez um show que foi uma exibição inútil de virtuosismo. tudo bem, o baixista les claypool é realmente o rei da cocada preta, toca um instrumento de 45 cordas com a velocidade do speed racer, é uma brasa. mas lugar de fenômeno é no "acredite se quiser". no palco, eles tem que ser energéticos, tocar com vontade, sacudir o povão. e não fizeram nada disso. ainda tiveram a petulância de tocar um cover do ministry, "thieves", que deixou o baixista paul barker (por coincidência minha carona de volta à cidade) revoltado. ele ficou tão possesso que quis sair antes do bis. acho que não perdemos muito.

zzzzzz.

Wednesday, November 23, 2011

baú: sobre o STP na revista BIZZ em 93

essa é do fundo do baú. encontrei uma coleção de revista bizz dos anos 90. na sessão "lançamentos" tem uma crítica sobre o primeiro álbum do stone temple pilots, o core. é engraçado ver como cada geração recebe as novidades de sua época. veja aí.

Não faz a mínima diferença que o quarteto Stone Temple Pilots seja procedente do eixo californiano San Diego/Los Angeles. Apesar do seu relativo punch, Core é grunge cuspido e escarrado, ardilosamente arquitetado para vender horrores e ajudar a despachar o "modelo alternativo" de Seattle para o inferno de uma vez por todas. Se os caras já haviam grudado na telinha da MTV com o "sub-aliceinchainiado" hit "Sex Type Thing", esperem só para ver quando alguém descobrir que o vocalista Leyland é capaz de assobiar e chupar cana ao mesmo tempo. Ou melhor: de imitar Eddie Vedder e Kurt Cobain simultaneamente nas baladas "Creep" e "Plush". Com esses artifícios, o STP tem tudo para ser o hype do ano. Resta saber por quanto tempo os rapazes terão fôlego para "Segurar Tamanho Plágio".  ARTHUR G. COUTO DUARTE.

nota: repare na junção dos nomes Layne Staley (vocalista do AIC) e Scott Weiland (STP) formando o nome Leyland. além da brincadeirinha com o nome da banda "Segurar Tamanho Plágio". STP. engraçadinho o moço, né? 

Tuesday, November 15, 2011

"shit lives forever" - faith no more

endiabrado! insano! eu ainda estou perplexo com o show do faith no more encerrando o swu de 2011. transcrevi aqui o discurso de abertura do show feito pelo poeta pernambucano cacau gomes.

meu nome é cacau gomes. sou poeta, agitador cultural e traficante de livros. modéstia a parte, venho lá de pernambuco. cunhado não é parente. apurado não é lucro. nem tudo que ronca é porra de rock! nem todo doido é maluco! porra, caraio! porra, caraio! quando eu nasci, um anjo doido me disse: "viverás no lugar errado pra fazer a coisa certa". cansado de reclamar, porra, caraio, juntei livros durante quinze anos e fiz uma biblioteca. hoje nós temos um acervo de vinte mil livros. é livro pra caraio! atividades com música, poesia, literatura, artesanato e outros nichos. apesar de tudo isso, fecharam nossa biblioteca. mas eles não sabem que o artista é feito com a mesma matéria prima do rabo da lagartixa. quando eu voltar pra recife, vou reabrir a biblioteca. a arte e a cultura não podem morrer. puta que pariu! o trabalho social é um esporte coletivo. esqueçam de reclamar. o governo não se importa conosco. puta que pariu! cada livro é uma carta de alforria. começa com você! e agora, porra, caraio, faith no more!

"shit lives forever" é um trecho da música cuckoo for caca. praticamente um momento histórico pra música em terras brasileiras.




setlist: 1. delilah / woodpecker from mars 2. from out of nowhere 3. last cup of sorrow 4. caffeine 5. evidence (portuguese version) 6. midlife crisis 7. cuckoo for caca 8. easy 9. surprise! you're dead! 10. ashes to ashes 11. the gentle art of making enemies 12. king for a day 13. epic 14. just a man (com o coral de heliópolis)

encore: 15. unknown 16. digging the grave 17. this guy's in love with you.

Tuesday, November 08, 2011

scott and duff

velvet revolver
depois que scott weiland deixou a banda em 2008 pra voltar pro stone temple pilots, o velvet revolver está numa pausa procurando um novo vocalista. enquanto isso duff mckagan vai tocando com sua banda loaded. pra quem não sabe, duff foi baixista da formação clássica do guns n' roses. além de scott e duff, o velvet revolver tinha as guitarras do legendário slash, também um ex-guns n' roses.
stone temple pilots é uma banda de san diego, na califórnia, ativa entre 1986 e 2003 quando acabou devido a conflito entre seus membros. durante esse tempo lançaram seis álbuns, sendo o meu preferido o purple, de 1994. depois da saída de scott do velvet revolver e a sua volta para o stone temple pilots, lançaram mais um álbum em 2010. a formação da banda é a mesma de sempre: scott weiland nos vocais, eric kretz na bateria e os irmãos dean e robert na guitarra e baixo, respectivamente.
duff mckagan e scott weiland tocarão com suas bandas no swu, em paulínia, no próximo dia 14.

outras postagens:

[Stone Temple Pilots - Purple - 1994] ... the color of bruises

SWU - they say jump, you say how high

Stone Temple Pilots

Monday, November 07, 2011

esquenta pro swu

onze bandas no lineup, isso somente no dia 14 e no palco principal. uma jornada. haja pique! mas vamos lá, pouquíssimas vezes fiquei empolgado com um festival. ver down, primus, stone temple pilots e alice in chains e de quebra ainda assistir raimundos, sonic youth, megadeth e faith no more?! vamos admitir, não acontece com frequência. não conheço nada, ou conheço pouco, das outras três bandas que completam o lineup: duff mckagan's loaded, black rebel motorcycle club e 311. nos últimos anos tenho escutado essas bandas com bastante frequência. o trio alice in chains, megadeth e faith no more eu conheço desde quando comecei a curtir rock, no início dos anos 90 e com exceção de alice in chains (não fui naquele hollywood rock e perdi a oportunidade de ver layne staley ao vivo) as outras duas já vi nos palcos. stone temple pilots talvez seja minha maior empolgação. fui daqueles fãs que conheceu a banda por causa das comparações com pearl jam que rolavam na época. cheguei até a adquirir alguns álbuns, mas virei fã mesmo alguns anos atrás quando ouvi o purple com mais calma. e é justamente duas músicas desse álbum que quero ouvir ao vivo no swu: vasoline e unglue. primus é outra banda que conhecia somente os greatest hits e fui baixar discografia completa e ouvir tudo, e curtir muito, de uns três anos pra cá. down é a surpresa do festival pra mim. nunca achei que fosse ver phil anselmo ao vivo novamente, depois que o pantera acabou. e orfão de pantera, comecei a ouvir down com mais frequência e, surpresa, vou ver ao vivo também. no dia 13 eu vou no show do kyuss aqui em sampa. seria perfeito se pudesse encaixar o kyuss nesse festival e pra ficar lindo, o tool! o lineup perfeito seria esse: kyuss, tool, down, primus, megadeth, stone temple pilots, alice in chains e faith no more. ah vá, vamos colocar mais duas aí já que é pra brincar: pearl jam e soundgarden. pronto! dá até pra acabar esse post. fique aqui com a looking in view, do mais recente álbum do alice in chains: black gives way to blue.

Wednesday, September 14, 2011

numa township de cape town

now freedom must be fundamental
in johannesburg or south central

esse é um trechinho da música township rebellion do ábum rage against the machine de 92, da banda do mesmo nome. townships são áreas que foram criadas para as pessoas que eram consideradas não-brancas durante o regime do apartheid, na áfrica do sul. hoje em dia, grande parte da população de cidades como johannesburg e cape town ainda moram em townships.

ao lado leste da table mountain na cidade do cabo, tem uma imensa área plana a perder de vista, conhecida como cape flats. é nessa região que se concentra a maior parte das townships na cidade do cabo.

gosto muito dessa foto acima. ficou parecendo um desenho. é tudo muito cheio de cor, cheiro. fui acompanhado de um morador da região e mais dois amigos que fiz por lá. essa foto foi tirada de um mirante, antes de nos aventurarmos por esse labirinto de ruas e vielas.

um bilhar. fomos recebidos com cerveja artesanal quente (foi meio punk engolir) num calor beirando os 40 graus. os caras bebiam como se bebe aqui, em qualquer bar, uma gelada. estava acontecendo um churrasco também. mas eu não sei por qual motivo, deixaram a cabeça do bicho em cima da grelha. momento único!

esse menino achou que eu conhecia o ronaldo fenômeno quando eu disse que era brasileiro. ficou do meu lado quase o tempo todo. foi um pouco difícil entender o inglês dele no começo. ficava repetindo o nome do jogador em toda oportunidade. sabia o nome dos jogadores da seleção brasileira e no fim eu acabei não convencendo que eu não conhecia o ronaldo.

Sunday, September 11, 2011

primus - green naugahyde [2011]

já disse aqui que me tornei um grande fã de primus depois de ouvir o baixo de les claypool no álbum solo de jerry cantrell, boggy depot. em questão de dias já tinha baixado os sete álbuns da discografia dessa banda que foi formada em 1984. agora o oitavo álbum de estúdio, green naugahyde, é aguardado por fãs do mundo inteiro nesse próximo 13 de setembro. o detalhe é a bike na capa, o que me instiga mais ainda.

track listing: 1. prelude to a crawl / 2. hennepin crawler / 3. last salmon man (fisherman's chronicles part IV) / 4. eternal consumption engine / 5. tragedy's a' comin' / 6. eyes of the squirrel / 7. jilly's on smack / 8. lee van cleef / 9. moron tv / 10. green ranger / 11. hoinfodaman / 12. extinction burst / 13. salmon men

Friday, September 02, 2011

jerry cantrell - boggy depot [1998]

jerry cantrell num braço do boggy river, na cidade fantasma de boggy depot, oklahoma.
em 1998 alice in chains passava por uma pausa por causa do vocalista layne staley e seu vício em drogas. nesse momento jerry cantrell lança seu primeiro álbum solo: boggy depot. o segundo e último álbum solo veio depois da morte de layne staley, meses depois, e é todo dedicado a ele. enquanto no primeiro fica claro as influências musicais de outros gêneros, o segundo é bem mais parecido com alice in chains em seu peso e letras. em boggy depot (nome de uma cidade fantasma de oklahoma próximo da região onde o pai de jerry cantrell cresceu) é interessante notar que toda a batera foi gravada por sean kinney (baterista do aic) e três das doze faixas contou com mike inez (baixista do aic) no baixo. a surpresa fica com a participação de três outros baixistas: rex brown do pantera, les claypool do primus e john norwood fisher do fishbone. baixistas de primeira! foi através desse trabalho solo de jerry cantrell que virei um grande fã de les claypool e, consequentemente, de primus.

track listing: 1. dickeye / 2. cut you in / 3. my song / 4. settling down / 5. breaks my back / 6. jesus hands / 7. devil by his side / 8. keep the light on / 9. satisfy / 10. hurt a long time / 11. between / 12. cold piece.

Monday, August 15, 2011

dave abbruzzese - early 90s, early pearl jam

logo depois que dave krusen saiu do pearl jam para se internar numa clínica de reabilitação, matt chamberlain entra para a banda. uma das únicas aparições de chamberlain é no vídeo promocional da música alive. assim que ele decide sair para tocar na banda da temporada 91-92 do saturday night live, é dave abbruzzese que assume o posto. muitos pensam que ele foi o primeiro baterista, pois participou da turnê de divulgação do ten e gravou os outros dois álbuns da sequência - vs. e vitalogy - levando definitivamente o pearl jam ao estrelato. além dos álbuns, abbruzzese participou da trilha sonora dos filmes singles (com as faixas breath e state of love and trust) e judgement night (em parceria com cypress hill na faixa real thing) e da coletânea sweet relief: a benefit for victoria williams com a clássica crazy mary. sua saída foi um pouco conturbada. desentendimentos com eddie vedder e jeff ament principalmente. 

vs. (1993) vitalogy (1994)

Sunday, August 14, 2011

music video animation: black sabbath - get a grip (1995)

conheço bem pouco de black sabbath sem ozzy. costumam dizer que esse é o pior álbum da banda. tenho amigos que curtem. desse álbum forbidden eu conheço somente essa música, get a grip. curto pra caramba, especialmente a mudança de riff que leva ao final da música. dessa mesma faixa fizeram essa animação bem legal, bem estilo dos desenhos mais old school.


Saturday, August 13, 2011

dave krusen - primeiro batera do pearl jam

todos os membros do pearl jam, com exceção dos bateristas, são da primeira formação da banda. pra quem não sabe, o pearl jam já teve quatro bateras antes de matt cameron assumir o posto. é bom lembrar também que matt cameron já está na banda há 13 anos, mais tempo que todos os outros juntos. enfim, a vez agora é de falar de dave krusen, o primeiro deles. por muito tempo eu pensei que dave krusen e dave abbruzzese (o terceiro baterista) eram a mesma pessoa. o acesso a esse tipo de informação numa época sem internet era muito difícil. só ficávamos sabendo dessas coisas através de revistas de rock ou notícias no rádio. vez ou outra saía uma matéria legal na mtv também. dave krusen gravou o primeiro e mais famoso álbum do pearl jam, um dos melhores já lançados na história do rock, e não seria nenhum exagero dizer o melhor álbum dos anos 90, o ten, de 1991. krusen tinha problemas com álcool e assim que as gravações de ten acabaram, ele se internou numa clínica de reabilitação. ele nem chegou a participar da turnê de divulgação do álbum e foi substituído por matt chamberlain. logo depois chegou a tocar em outras bandas, entre elas o candlebox, que fez até um certo sucesso na época. sempre esteve na cena e hoje em dia está envolvido em vários projetos musicais e toca bastante com outros artistas, seja ao vivo ou em estúdio.


ten (1991) - foi gravado por dave krusen na bateria.